Gripe A – Divulgação

Telefone da linha SAÚDE 24 – nº 800 24 24 24

A Linha Saúde 24 estará preparada para despistar casos de Gripe A. Se existir alguma suspeita é de imediato encaminhado (por ambulância própria para o efeito) para o Hospital que recebe este tipo de casos. De seguida é testado e aguarda no hospital em regime de internamento para as dúvidas médicas se dissiparem.

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  • Estará o Hospital Militar de Belém (HMB), no âmbito da Saúde Militar, perante a suspeita de doença pelo vírus da gripe A (H1N1)v, suficientemente habilitado a validar e investigar todos os militares e seus familiares com suspeita de doença pelo vírus da gripe A (H1N1)v?! (cfr. Gripe OT-2.4 – Orientações Técnicas Profissionais de Saúde, da Direcção-Geral da Saúde/MS). [?!]

    Durante a noite [e o dia], nos Serviços de Pneumologia [v. g. pneumonias, tuberculoses, enfisemas pulmonares, asma, tumores pulmonares, insuficiências respiratórias, gripes, bronquite e bronquiectasias, pleurisias...] e de Medicina/Oncologia Médica do Hospital Militar de Belém (HMB), nos eventuais casos de paragem cardio-respiratória, quem garante a aplicação das técnicas de suporte básico de vida, de ressuscitação cardiopulmonar (RCP)?

    É que, no Hospital Militar de Belém (HMB), na Calçada da Ajuda, julgo não existir qualquer serviço de urgência…!

    Que equipamento e tripulação tem a [em tempos] denominada “ambulância medicalizada” [supostamente para garantir o transporte a um serviço de urgência, tentando evitar ou reverter uma possível situação de morte iminente]? Terá um simples desfribilhador automático externo? Quem está habilitado a utilizá-lo? Como se actua no Hospital Militar de Belém (HMB) perante uma eventual paragem cardíaca [ou cardio-respiratória] de um doente assistido/internado [em Pneumologia ou em Oncologia]?

    E não faço insinuações, nem tão-pouco juízos de valor! Coloco questões concretas, objectivas, a que ninguém ainda me respondeu!!! E, como o Sr. Director do Hospital Militar de Belém – TCOR MED Paulo Jorge Monteiro da Silva Lúcio – bem sabe, tenho toda a legitimidade [interesse pessoal, directo e legítimo] para colocar estas questões e obter as devidas respostas!

    Não, não ponho em causa os técnicos de saúde e o pessoal que presumivelmente dão o seu melhor no Serviço de Pneumologia do Hospital Militar de Belém (HMB)! Certamente eles próprios gostariam de ver cabalmente respondidas as questões que aqui objectivamente coloco!? É que, o nosso melhor, a nossa boa vontade, o nosso altruísmo, o nosso “vamos desenrascando”, nem sempre são suficientes quando se trata de salvar vidas humanas! E, nas doenças infecto-contagiosas, tal como nas oncológicas [v. g. com a utilização da quimioterapia], também há que promover a defesa dos técnicos de saúde e do restante pessoal hospitalar, tentando minorar os riscos!

    Expresso livremente estas minhas dúvidas [ainda sem qualquer resposta!], não por tencionar alguma vez ser assistido no Hospital Militar de Belém (HMB) – que, em minha opinião, salvo melhor, só será minimamente viável e útil quando integrado num Hospital Militar Central (não no Hospital Militar Principal (HMP), também ele com as valências distribuídas por três distintos edifícios, separados “somente” pela Rua de Santo António, à Estrela, pela Avenida Infante Santo e pelo Largo da Estrela, “ligados” por ambulância!) -, mas sim em defesa do erário público, do direito fundamental à saúde de todos os cidadãos, também dos militares e das respectivas famílias, não pactuando com pretensos “status quo”, com poderes instalados, com detentores de verdades feitas ou presumidas, prepotência, oportunismo, silêncios de cumplicidade, cobardia, falácias, conformismo, hipocrisia, mas sim utilizando apenas a minha razão crítica, criticando desassombradamente, aberta e livremente, com empenho, lutando frontalmente por aquilo que considero justo, e tentando modificar o que acho errado e injusto, ansiando por um mundo mais fraterno e justo, que defenda os que sofrem e necessitam de protecção.

    Os Militares (e a sua Família), por tudo o que de mais nobre representam para a Nação, merecem saber como são tratados na doença, merecem o máximo respeito, em vida, na doença e na morte!

    http://escritosdispersos.blogs.sapo.pt/158354.html

 

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