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	<title>Comments on: Medina Carreira</title>
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		<title>By: Ilda Rodrrigues</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-115080</link>
		<dc:creator>Ilda Rodrrigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 20:57:05 +0000</pubDate>
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		<description>sr Medina Carreira admiro as suas entrevistas mas falta o sr ir um pouco mais lomge em relacao a varios temas por exemplo estado social
como se pode aguentar este sistema se as pessoas nao querem trabalhar seguranca por que nao se poe as forcas armadas a patrulhar as ruas em vez de estarem nos quarteis sem fazer nada outra situacao e que o cidadao normal se nao governar bem a sua casa leva na cabeca os governantes fazem porcaria da grossa a seguir vao para outro poleiro que sem investirem nada ganhao fortunas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sr Medina Carreira admiro as suas entrevistas mas falta o sr ir um pouco mais lomge em relacao a varios temas por exemplo estado social<br />
como se pode aguentar este sistema se as pessoas nao querem trabalhar seguranca por que nao se poe as forcas armadas a patrulhar as ruas em vez de estarem nos quarteis sem fazer nada outra situacao e que o cidadao normal se nao governar bem a sua casa leva na cabeca os governantes fazem porcaria da grossa a seguir vao para outro poleiro que sem investirem nada ganhao fortunas</p>
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	<item>
		<title>By: nuno pereira</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-114811</link>
		<dc:creator>nuno pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Oct 2010 21:26:27 +0000</pubDate>
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		<description>este senhor fala de barriga cheia!!! tem mais que uma reforma milionária  a custa da grande porca como ele diz</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>este senhor fala de barriga cheia!!! tem mais que uma reforma milionária  a custa da grande porca como ele diz</p>
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	<item>
		<title>By: leão</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-111780</link>
		<dc:creator>leão</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 14:10:10 +0000</pubDate>
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		<description>Caros comentadores

Sempre vi no doutor Medina carreira, um mestre e bom avaliador das causas.
Contudo, ninguém está interessado em ouvi-lo. Pensante como ele, o texto abaixo demonstra,as garras com que sempre defendi o mundo da aplicabilidade, mas durante todos estes anos ninguém me quis ouvir. Com uma escolaridade razável do conhecimento e não com aqueles 3 meses da escola do senhor PM, para me darem o 9º ano ou mais um para me enganarem com o 12º sem qualquer conhecimento, aos 55 anos de idade e outros tantos de trabalho, senti o direito à indiganação.
Um direito que afinal é crime - em Portugal, em ter-se opinião contrária, isto no século XXI.
O abaixo escrito é bem a demonstração de como certos sectores públicos desperdiçam o nosso dinheiro, mas pouco vale, um mero funcionário, contrariar tal despesismo.
A Entidade Patronal - o Estado, na caneta de um Director-Geral, achou que me devia penalisar com suspensão, demissão ou coisas afins, pelas verdades descritas. Por fim, ficou-se com a aplicação da pena de inactividade profissional, durante um ano.
Mas o caso não se ficou por aqui.
Um dos visados, levou este caso a TRibunal.
O MP, indiciou o e-mail como se de um crime cometido-Difamação agravada.
Em audiência de julgamento - ficaram-se pela pena de multa e indemnização

Portanto, aqui fica a minha parte crítica
 Are last 5 minutes in (…)

Camarada, …amigo… ,

Estava para apanhar outro barco sem me despedir de ti, mas resolvi deixar-te esta mensagem de desilusão, pelo passado recente vivido nesta casa. Aqui encontrei de tudo um pouco, os seres racionais e os irracionais. Para vós racionais que me mereceram e merecem o maior respeito, transmito a minha desilusão.
O que vou contar foi um pesadelo vivido em determinado Departamento com responsabilidades, designado por (…). 
Nesse Departamento fiz de tudo um pouco, coisa que anteriormente alguém se deu ao cuidado de o desempenhar, no seu todo:
-Carregador; mecânico; electricista; motorista, carteiro, latoeiro, operador de reprografia, etc.
Claro que consegui «arrastar» colegas para a colaboração, pois sozinho não poderia levar o barco a bom porto, o que lamento é que ao fim deste tempo no sector a dirigente do departamento não tenha reconhecido nem aproveitado as capacidades dos funcionários sob as suas ordens, o que me deixa muito preocupado, tal o estado de falência profissional do patrão «Estado» que não deve esbanjar a matéria prima ao seu alcance.
Não foi fácil a vida na (…), mas na desportiva tudo se foi resolvendo com maior ou menor brio profissional ao cabo de dois anos.
Para mim, os problemas seguintes surgiram porque teriam forçosamente de surgir e até digo que o problema foi premeditado. Ainda há rastos – as ameaças a quem trabalha subsistem
Depois do trabalho executado nas anteriores instalações e instalados neste « edifício », aconteceram coisas que só ao diabo lembra e que só a um dirigente sem responsabilidades, é que pode criar a tal instabilidade, por falta de comunicação com os seus subordinados.
Que reacção esperam de um sector quando à boca cheia a sua Directora afirmou não ter outro lugar para instalar determinado «chefe de secção» e também  quando essa mesma Directora se não dá ao cuidado de ouvir os verdadeiros interlocutores da (…)? A quem pensava ela que estava a atestar a incompetência ? A mim e a aos meus colegas de secção que com o sacrifício deram muito ao departamento naqueles dois, ou a do dito «chefe de secção» que apenas sabe desembolsar dos cofre do Estado ?
Vocês melhor que eu conhecem o avivado « chefe de secção».Em termos de trabalho conjunto, não tive um metro de trabalho a seu lado, mas também não adormeci à sombra dos dois anos que passei no edifício de Alcântara.
Seleccionei as suas atitudes «dele», a forma de tratamento e vivência para com os colegas, o constante mudar de secção e a instabilidade de adaptação nos locais de trabalho, foram suficiente para que um «colega » desta natureza fosse bem recebido, e ainda mais grave , para chefiar a secção onde eu trabalhe.
Mas a culpa até lha não direcciono - há o exemplo da frase «não tenho onde o meter»-estava tudo dito.
Ainda não me tinha apercebido que a tramóia da directora de serviços estava lançada, para denotar que algo estranho estava acontecendo de anormal na secção, quando regressei de férias.
Tendo trabalhado à porta aberta durante o período de tempo que tinha passado em (…), denotei nestas instalações «…»e já com o cujo a tomar folgo para a tomada de posse da secção, que havia um reboliço nos materiais à minha guarda.
Não é que o tipo escondia as coisas e depois vinha-me perguntar por elas?
Pois é meus amigos, a partir do momento em que fez isso, instalou-se o caos na secção, pois não lhe aparei mais o jogo. As pedras estavam lançadas e não tive dúvidas para confirmar o anteriormente ditado por outros colegas mais antigos.
 Outros casos graves se seguiram e viriam a suceder, levando-me a não estar interessado em colaborar com aquele departamento nem com a sua Directora.
Se o desaparecimento da viatura da (…), me ficou na garganta, o desaparecimento dos telemóveis, veio-me até ao estômago.
Camaradas, amigos, colegas (…) – Vocês acreditam na versão de um indivíduo que ao afirmar que é o último a sair das instalações da «…» e o primeiro a entrar, e que guardando determinado número de telemóveis onde ninguém sabe, que estes desaparecem por mero acaso?
O mesmo possa afirmar quanto ao desaparecimento da viatura do parque da (…). Se eu chegasse junto de vocês e vos perguntasse qual o estado da viatura e outras coisas mais e passados três ou quatro dias «período que planeava para o meter na garagem» este desaparecesse, qual a vossa reacção?
Foi a que eu tive. Não retiro uma linha e está escrita a minha versão no inquérito levantado para o efeito. Desconheço o resultado final do inquérito.
Fui ameaçado com um processo disciplinar, pela senhora Directora de Serviços da (…).
Foi a primeira e «pouco corajosa» ameaça não concretizada « que ao longo de 32 anos de serviço efectivo ao serviço do Estado», ouvi. Nem na tropa « entre 1973/75 e na guerra colonial» alguém ousou contra a minha pessoa  utilizar a versão vocal de tal palavrão.
	Saí do Departamento e outros colegas me desejariam seguir o caminho, por enjoo.
 	Os que não o podem fazer «pessoas com capacidades extraordinárias de trabalho, não reconhecido» vêm sendo ameaçados e perseguidos. 

Não nasci para ser escravo de ninguém, muito menos numa instituição onde há dirigentes que não dão valor ao trabalho desenvolvido pelos seus funcionários,  -será por falta de conhecimento da matéria o mesmo leiguismo? 

A forma como se continua a gastar dinheiro na secção do dito « chefe de secção», faz bem da prova do muito desperdício a que estamos sujeitos.
Querem uma ou mais provas? Aqui vai.
1 - Troca de secretárias da sala «…» , quando as anteriores serviram os anteriores locatários.
2 – A troca dos chaveiro artesanais fabricados nas instalações e os vindo das anteriores instalações, foram deitados ao lixo e trocados por novos chaveiros.
3- A destruição das estantes em cantoneira, e substituídas por armários novos para colocar em locais sujeitos a humidades elevadas e a inundações « garagem» caso o responsável não atendesse convenientemente ao bom funcionamento do equipamento instalado. Relembro que o anteriores mobiliário foi instalado pelos funcionários antigos e a custo zero, enquanto a recente instalação de novos  recorreram à ajuda de pessoal especializado para o efeito.

	Meus amigos, eu não vim para a (…) para servir de cobaia a certos dirigentes, totalmente leigos nas matérias da minha formação. Não vim para aqui mostrar papéis ou diplomas de dois meses « comprados na feira-da-ladra» mas sim de 14 anos de estudo e formação profissional, não cobrados o quanto baste ao «Estado» como patrão, para me tomarem como um inútil e servidor de uns incapazes.  Propus à senhora Directora da (…) para me deixar ficar com as tarefas adstritas às empresas que fazem manutenção às instalações da (…) e dar-lhe o desenvolvimento «adequado», não aceitando
É verdade que as pessoas não nascem ensinadas e foi para o alargamento dessa valorização profissional que foram criadas as escolas e os centros de formação.

Outra das desgraças, vista a olho nu a simples mortal:
-Quem nesta casa ainda não se apercebeu que sempre que haja uma inundação as pessoas envolvidas nas tarefas de limpeza, ficam completamente sujeitáveis ao perigo eminente? 
Para que servem as normas vigentes da «Higiene e Segurança no Trabalho » se os ditos e intitulados responsáveis desconhecem as essas normas?

Abençoada a hora em que abandonei a (…). 

Nestes anos consequentes, fiz os possíveis para me reabilitar e  adaptar às novas tarefas « na desportiva» mas não consegui pelo anteriormente sucedido; a minha forma de estar na vida não é esta e mesmo conversando com os perceve, com os mexilhões, com as ostras e com os novos companheiros de sala, não consegui desligar o cérebro – uma ameaça com processo disciplinar, depois de tanto esforço dispendido na (…) não me é um bem digestivo.

A escravatura passada na “…” jamais esquecerei - e tu camarada de trabalho, sentistes-te agraciado?. O equipamento que vi atirar pela porta fora, para o lixo e ainda em estado funcional é outra azia vivida e problema a resolver  me deixa triste, tal a falta de dinheiro «dizem uns, gastam outros».
 	Vi desperdiçar mobiliário em madeira, em nogueira em mogno (…), senti a compra por outro muito pior. Vi deitar mobiliário em estado razoável ao lixo, e comprar novo da mesma matéria prima, quando dizem não haver dinheiro. Será esta uma boa gestão financeira?
Se a destruição da riqueza mobiliária contida nas antigas instalações desta Direcção-Geral foi vivida com uma grande azia e jamais esquecida, porque me fazia crer que a abundância monetária era muita na (…) –e agora saio desta confrontado com a falta de dinheiro para papel.

Outra da imagem que levo destas instalações é de que os seus funcionários estão superiormente vigiados, com câmaras de vídeo por tudo quanto é sítio. Com certeza que uma prisão «em Portugal» não terá tão forte dispositivo de segurança como esta (…). Será que os seus funcionários são cadastrados? Sempre tive a minha secretária aberta e curiosamente ninguém se deu à ousadia de lá colocar ou retirar algo.
  Mas não foi sob tanta vigilância que as coisas desviadas, «as poucas coisas desaparecidas» foram-se nas barbas das câmaras e não mais voltaram ao lugar do dono, sem que se instigasse o assunto?. 

A constante ondulação da húmida brisa instalada na (…) não serve os meus planos por isso vou-me embora. Ao partir, levo em mente que esta embarcação tem um Comandante que mereceu a minha confiança e com a ajuda em mais meia dúzia de marinheiros de qualidade que a bordo detêm a navegabilidade, complementar-se-ia com o apoio de um ou dois bons Imediatos.

 
As «Alka-Seltzer»  de Natal, nunca me fizeram esquecer os restantes 364/5 dias.


Escreveram nos dicionários que o significado de «EXCELENTE» é - Muito bom; - Distinto; -Magnífico; -Aquele que se eleva acima de.

	Como estes termos não me complementam porque sempre me considerei um funcionário »suficientemente capaz », a minha missão chegou ao fim – talvez, não como o desejaria, mas pela obrigatoriedade a que fui sujeito.

Camaradas e amigos (…) o meu desejo é que fiquem e sejam muito felizes, porque a vida neste país está-se tornando muito difícil e eu não contribui para tal…


Obrigado por me terdes aturado neste período de tempo.
(…)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros comentadores</p>
<p>Sempre vi no doutor Medina carreira, um mestre e bom avaliador das causas.<br />
Contudo, ninguém está interessado em ouvi-lo. Pensante como ele, o texto abaixo demonstra,as garras com que sempre defendi o mundo da aplicabilidade, mas durante todos estes anos ninguém me quis ouvir. Com uma escolaridade razável do conhecimento e não com aqueles 3 meses da escola do senhor PM, para me darem o 9º ano ou mais um para me enganarem com o 12º sem qualquer conhecimento, aos 55 anos de idade e outros tantos de trabalho, senti o direito à indiganação.<br />
Um direito que afinal é crime &#8211; em Portugal, em ter-se opinião contrária, isto no século XXI.<br />
O abaixo escrito é bem a demonstração de como certos sectores públicos desperdiçam o nosso dinheiro, mas pouco vale, um mero funcionário, contrariar tal despesismo.<br />
A Entidade Patronal &#8211; o Estado, na caneta de um Director-Geral, achou que me devia penalisar com suspensão, demissão ou coisas afins, pelas verdades descritas. Por fim, ficou-se com a aplicação da pena de inactividade profissional, durante um ano.<br />
Mas o caso não se ficou por aqui.<br />
Um dos visados, levou este caso a TRibunal.<br />
O MP, indiciou o e-mail como se de um crime cometido-Difamação agravada.<br />
Em audiência de julgamento &#8211; ficaram-se pela pena de multa e indemnização</p>
<p>Portanto, aqui fica a minha parte crítica<br />
 Are last 5 minutes in (…)</p>
<p>Camarada, …amigo… ,</p>
<p>Estava para apanhar outro barco sem me despedir de ti, mas resolvi deixar-te esta mensagem de desilusão, pelo passado recente vivido nesta casa. Aqui encontrei de tudo um pouco, os seres racionais e os irracionais. Para vós racionais que me mereceram e merecem o maior respeito, transmito a minha desilusão.<br />
O que vou contar foi um pesadelo vivido em determinado Departamento com responsabilidades, designado por (…).<br />
Nesse Departamento fiz de tudo um pouco, coisa que anteriormente alguém se deu ao cuidado de o desempenhar, no seu todo:<br />
-Carregador; mecânico; electricista; motorista, carteiro, latoeiro, operador de reprografia, etc.<br />
Claro que consegui «arrastar» colegas para a colaboração, pois sozinho não poderia levar o barco a bom porto, o que lamento é que ao fim deste tempo no sector a dirigente do departamento não tenha reconhecido nem aproveitado as capacidades dos funcionários sob as suas ordens, o que me deixa muito preocupado, tal o estado de falência profissional do patrão «Estado» que não deve esbanjar a matéria prima ao seu alcance.<br />
Não foi fácil a vida na (…), mas na desportiva tudo se foi resolvendo com maior ou menor brio profissional ao cabo de dois anos.<br />
Para mim, os problemas seguintes surgiram porque teriam forçosamente de surgir e até digo que o problema foi premeditado. Ainda há rastos – as ameaças a quem trabalha subsistem<br />
Depois do trabalho executado nas anteriores instalações e instalados neste « edifício », aconteceram coisas que só ao diabo lembra e que só a um dirigente sem responsabilidades, é que pode criar a tal instabilidade, por falta de comunicação com os seus subordinados.<br />
Que reacção esperam de um sector quando à boca cheia a sua Directora afirmou não ter outro lugar para instalar determinado «chefe de secção» e também  quando essa mesma Directora se não dá ao cuidado de ouvir os verdadeiros interlocutores da (…)? A quem pensava ela que estava a atestar a incompetência ? A mim e a aos meus colegas de secção que com o sacrifício deram muito ao departamento naqueles dois, ou a do dito «chefe de secção» que apenas sabe desembolsar dos cofre do Estado ?<br />
Vocês melhor que eu conhecem o avivado « chefe de secção».Em termos de trabalho conjunto, não tive um metro de trabalho a seu lado, mas também não adormeci à sombra dos dois anos que passei no edifício de Alcântara.<br />
Seleccionei as suas atitudes «dele», a forma de tratamento e vivência para com os colegas, o constante mudar de secção e a instabilidade de adaptação nos locais de trabalho, foram suficiente para que um «colega » desta natureza fosse bem recebido, e ainda mais grave , para chefiar a secção onde eu trabalhe.<br />
Mas a culpa até lha não direcciono &#8211; há o exemplo da frase «não tenho onde o meter»-estava tudo dito.<br />
Ainda não me tinha apercebido que a tramóia da directora de serviços estava lançada, para denotar que algo estranho estava acontecendo de anormal na secção, quando regressei de férias.<br />
Tendo trabalhado à porta aberta durante o período de tempo que tinha passado em (…), denotei nestas instalações «…»e já com o cujo a tomar folgo para a tomada de posse da secção, que havia um reboliço nos materiais à minha guarda.<br />
Não é que o tipo escondia as coisas e depois vinha-me perguntar por elas?<br />
Pois é meus amigos, a partir do momento em que fez isso, instalou-se o caos na secção, pois não lhe aparei mais o jogo. As pedras estavam lançadas e não tive dúvidas para confirmar o anteriormente ditado por outros colegas mais antigos.<br />
 Outros casos graves se seguiram e viriam a suceder, levando-me a não estar interessado em colaborar com aquele departamento nem com a sua Directora.<br />
Se o desaparecimento da viatura da (…), me ficou na garganta, o desaparecimento dos telemóveis, veio-me até ao estômago.<br />
Camaradas, amigos, colegas (…) – Vocês acreditam na versão de um indivíduo que ao afirmar que é o último a sair das instalações da «…» e o primeiro a entrar, e que guardando determinado número de telemóveis onde ninguém sabe, que estes desaparecem por mero acaso?<br />
O mesmo possa afirmar quanto ao desaparecimento da viatura do parque da (…). Se eu chegasse junto de vocês e vos perguntasse qual o estado da viatura e outras coisas mais e passados três ou quatro dias «período que planeava para o meter na garagem» este desaparecesse, qual a vossa reacção?<br />
Foi a que eu tive. Não retiro uma linha e está escrita a minha versão no inquérito levantado para o efeito. Desconheço o resultado final do inquérito.<br />
Fui ameaçado com um processo disciplinar, pela senhora Directora de Serviços da (…).<br />
Foi a primeira e «pouco corajosa» ameaça não concretizada « que ao longo de 32 anos de serviço efectivo ao serviço do Estado», ouvi. Nem na tropa « entre 1973/75 e na guerra colonial» alguém ousou contra a minha pessoa  utilizar a versão vocal de tal palavrão.<br />
	Saí do Departamento e outros colegas me desejariam seguir o caminho, por enjoo.<br />
 	Os que não o podem fazer «pessoas com capacidades extraordinárias de trabalho, não reconhecido» vêm sendo ameaçados e perseguidos. </p>
<p>Não nasci para ser escravo de ninguém, muito menos numa instituição onde há dirigentes que não dão valor ao trabalho desenvolvido pelos seus funcionários,  -será por falta de conhecimento da matéria o mesmo leiguismo? </p>
<p>A forma como se continua a gastar dinheiro na secção do dito « chefe de secção», faz bem da prova do muito desperdício a que estamos sujeitos.<br />
Querem uma ou mais provas? Aqui vai.<br />
1 &#8211; Troca de secretárias da sala «…» , quando as anteriores serviram os anteriores locatários.<br />
2 – A troca dos chaveiro artesanais fabricados nas instalações e os vindo das anteriores instalações, foram deitados ao lixo e trocados por novos chaveiros.<br />
3- A destruição das estantes em cantoneira, e substituídas por armários novos para colocar em locais sujeitos a humidades elevadas e a inundações « garagem» caso o responsável não atendesse convenientemente ao bom funcionamento do equipamento instalado. Relembro que o anteriores mobiliário foi instalado pelos funcionários antigos e a custo zero, enquanto a recente instalação de novos  recorreram à ajuda de pessoal especializado para o efeito.</p>
<p>	Meus amigos, eu não vim para a (…) para servir de cobaia a certos dirigentes, totalmente leigos nas matérias da minha formação. Não vim para aqui mostrar papéis ou diplomas de dois meses « comprados na feira-da-ladra» mas sim de 14 anos de estudo e formação profissional, não cobrados o quanto baste ao «Estado» como patrão, para me tomarem como um inútil e servidor de uns incapazes.  Propus à senhora Directora da (…) para me deixar ficar com as tarefas adstritas às empresas que fazem manutenção às instalações da (…) e dar-lhe o desenvolvimento «adequado», não aceitando<br />
É verdade que as pessoas não nascem ensinadas e foi para o alargamento dessa valorização profissional que foram criadas as escolas e os centros de formação.</p>
<p>Outra das desgraças, vista a olho nu a simples mortal:<br />
-Quem nesta casa ainda não se apercebeu que sempre que haja uma inundação as pessoas envolvidas nas tarefas de limpeza, ficam completamente sujeitáveis ao perigo eminente?<br />
Para que servem as normas vigentes da «Higiene e Segurança no Trabalho » se os ditos e intitulados responsáveis desconhecem as essas normas?</p>
<p>Abençoada a hora em que abandonei a (…). </p>
<p>Nestes anos consequentes, fiz os possíveis para me reabilitar e  adaptar às novas tarefas « na desportiva» mas não consegui pelo anteriormente sucedido; a minha forma de estar na vida não é esta e mesmo conversando com os perceve, com os mexilhões, com as ostras e com os novos companheiros de sala, não consegui desligar o cérebro – uma ameaça com processo disciplinar, depois de tanto esforço dispendido na (…) não me é um bem digestivo.</p>
<p>A escravatura passada na “…” jamais esquecerei &#8211; e tu camarada de trabalho, sentistes-te agraciado?. O equipamento que vi atirar pela porta fora, para o lixo e ainda em estado funcional é outra azia vivida e problema a resolver  me deixa triste, tal a falta de dinheiro «dizem uns, gastam outros».<br />
 	Vi desperdiçar mobiliário em madeira, em nogueira em mogno (…), senti a compra por outro muito pior. Vi deitar mobiliário em estado razoável ao lixo, e comprar novo da mesma matéria prima, quando dizem não haver dinheiro. Será esta uma boa gestão financeira?<br />
Se a destruição da riqueza mobiliária contida nas antigas instalações desta Direcção-Geral foi vivida com uma grande azia e jamais esquecida, porque me fazia crer que a abundância monetária era muita na (…) –e agora saio desta confrontado com a falta de dinheiro para papel.</p>
<p>Outra da imagem que levo destas instalações é de que os seus funcionários estão superiormente vigiados, com câmaras de vídeo por tudo quanto é sítio. Com certeza que uma prisão «em Portugal» não terá tão forte dispositivo de segurança como esta (…). Será que os seus funcionários são cadastrados? Sempre tive a minha secretária aberta e curiosamente ninguém se deu à ousadia de lá colocar ou retirar algo.<br />
  Mas não foi sob tanta vigilância que as coisas desviadas, «as poucas coisas desaparecidas» foram-se nas barbas das câmaras e não mais voltaram ao lugar do dono, sem que se instigasse o assunto?. </p>
<p>A constante ondulação da húmida brisa instalada na (…) não serve os meus planos por isso vou-me embora. Ao partir, levo em mente que esta embarcação tem um Comandante que mereceu a minha confiança e com a ajuda em mais meia dúzia de marinheiros de qualidade que a bordo detêm a navegabilidade, complementar-se-ia com o apoio de um ou dois bons Imediatos.</p>
<p>As «Alka-Seltzer»  de Natal, nunca me fizeram esquecer os restantes 364/5 dias.</p>
<p>Escreveram nos dicionários que o significado de «EXCELENTE» é &#8211; Muito bom; &#8211; Distinto; -Magnífico; -Aquele que se eleva acima de.</p>
<p>	Como estes termos não me complementam porque sempre me considerei um funcionário »suficientemente capaz », a minha missão chegou ao fim – talvez, não como o desejaria, mas pela obrigatoriedade a que fui sujeito.</p>
<p>Camaradas e amigos (…) o meu desejo é que fiquem e sejam muito felizes, porque a vida neste país está-se tornando muito difícil e eu não contribui para tal…</p>
<p>Obrigado por me terdes aturado neste período de tempo.<br />
(…)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: fatima modesto</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-109750</link>
		<dc:creator>fatima modesto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 13:37:49 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/#comment-109750</guid>
		<description>Quando ouço o Dr.Medina Carreira a falar,e depois em simultâneo pessoas a criticá-lo por ele dizer as tristes realidades que assolam o nosso País, acho que realmente cada País tem o governo (ou sucessivos governos que nos têm governado) que merece.
Acredito que não seja fácil ao mais comum dos mortais perceber a grandiosidade e conhecimento deste homem, mas eu, quando não percebo ou não sei, não me pronuncio e deixo para quem sabe.
Este Senhor, podia estar tranquilamente no recato do seu lar a ver o galopante descambar deste País, mas dá-se ao trabalho ( e não só trabalho mas muito estudo) para abanar consciências, para alertar o que realmente nos espera, mas chamam-no mensageiro da desgraça.
Quando se reúne num único homem, trabalho, estudo, conhecimento profundo sobre aquilo que fala e interesse para ajudar e &quot;ensinar&quot; o que se calhar já não vai a tempo de remediar, eu simplemente &quot;aplaudo&quot; e tenho muita pena de não haver 2 ou 3 destes Senhores a comandar os destinos do nosso País, pois aí , o futuro seria no mínimo menos incerto e aterrador, como eu o também o prevejo.

Fátima Modesto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando ouço o Dr.Medina Carreira a falar,e depois em simultâneo pessoas a criticá-lo por ele dizer as tristes realidades que assolam o nosso País, acho que realmente cada País tem o governo (ou sucessivos governos que nos têm governado) que merece.<br />
Acredito que não seja fácil ao mais comum dos mortais perceber a grandiosidade e conhecimento deste homem, mas eu, quando não percebo ou não sei, não me pronuncio e deixo para quem sabe.<br />
Este Senhor, podia estar tranquilamente no recato do seu lar a ver o galopante descambar deste País, mas dá-se ao trabalho ( e não só trabalho mas muito estudo) para abanar consciências, para alertar o que realmente nos espera, mas chamam-no mensageiro da desgraça.<br />
Quando se reúne num único homem, trabalho, estudo, conhecimento profundo sobre aquilo que fala e interesse para ajudar e &#8220;ensinar&#8221; o que se calhar já não vai a tempo de remediar, eu simplemente &#8220;aplaudo&#8221; e tenho muita pena de não haver 2 ou 3 destes Senhores a comandar os destinos do nosso País, pois aí , o futuro seria no mínimo menos incerto e aterrador, como eu o também o prevejo.</p>
<p>Fátima Modesto</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Maria**</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-109596</link>
		<dc:creator>Maria**</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2010 17:43:12 +0000</pubDate>
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		<description>relembrando constâncio e como o medina carreira é capaz de ser verdadeiro, quanto mais não seja de quando em vez.

http://bit.ly/avSzlh</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>relembrando constâncio e como o medina carreira é capaz de ser verdadeiro, quanto mais não seja de quando em vez.</p>
<p><a href="http://bit.ly/avSzlh" rel="nofollow">http://bit.ly/avSzlh</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Joel</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-109202</link>
		<dc:creator>Joel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 09:06:20 +0000</pubDate>
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		<description>Estive aver o site do Medina Carrreira ( http://www.henriquemedinacarreira.tk/ ) e acho o homem brilhante. Porque será que é tão pouco conhecido e tão poucos portugueses sabem que existe ainda alguém lucido sobre a nossa situação?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estive aver o site do Medina Carrreira ( <a href="http://www.henriquemedinacarreira.tk/" rel="nofollow">http://www.henriquemedinacarreira.tk/</a> ) e acho o homem brilhante. Porque será que é tão pouco conhecido e tão poucos portugueses sabem que existe ainda alguém lucido sobre a nossa situação?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Jose Rainha</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-108944</link>
		<dc:creator>Jose Rainha</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 12:43:06 +0000</pubDate>
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		<description>Sou fã do Dr.Madina Carreira, é frontal e põe a descoberto o que a classe politica quer encobrir.
Só acho que o povo Portugues é muito mole...e deixa esta classe fazer o que quer e bem entende, mesmo roubando se fez qualquer coisinha...é reeleito...onde se vê isto!!!! só em PORTUGAL.
ACORDEM...andam a escravizar-nos para encherem os bolsos...BASTA!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou fã do Dr.Madina Carreira, é frontal e põe a descoberto o que a classe politica quer encobrir.<br />
Só acho que o povo Portugues é muito mole&#8230;e deixa esta classe fazer o que quer e bem entende, mesmo roubando se fez qualquer coisinha&#8230;é reeleito&#8230;onde se vê isto!!!! só em PORTUGAL.<br />
ACORDEM&#8230;andam a escravizar-nos para encherem os bolsos&#8230;BASTA!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>By: Laurinda Freitas</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-108514</link>
		<dc:creator>Laurinda Freitas</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 16:02:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/#comment-108514</guid>
		<description>Neste pobre país é PROIBIDO ser bom trabalhador, mas honesto, isto desde o escriturário ao administrador.
Trabalhei como 1ª escriturária durante 35 anos numa empresa do ramo automóvel, pertencente a um Grupo Económico deste País. Neste espaço de tempo exerci algumas funções aonde fui muito bem sucedida, mas por inveja dos meus chefes e porque a empresa não lhes interessava trabalhadores que não lhes mereciam confiança para exercerem manobras contabilísticas / corrupção, nunca me deram a oportunidade de subir na carreira.
Nos últimos dez anos que trabalhei na empresa procuraram todos os meios possíveis para me desgastarem, para que eu tomasse a decisão de sair da empresa, pois fui: MARGINALIZADA, realizavam-se reuniões com os trabalhadores dos sectores a que eu pertencia e eu era proibida de participar 
EXCLUIDA, todos os trabalhadores tinham formação de informática e eu não, eram colegas que me explicavam depois o mínimo necessário para eu trabalhar. Era a única trabalhadora que não tinha impressora, pois tinha de me deslocar a gabinetes de colegas, para retirar os documentos que punha a sair nas impressoras delas.
HUMILHADA, enquanto os restantes trabalhadores tinham um gabinete digno, o meu mais parecia uma entulhada de papeladas, com caixotes cheios de papéis acima da superfície e pastas de arquivo no chão.
TORTURADA, trabalhava num gabinete aonde estava uma máquina de grandes dimensões que era alimentadora de todo o sistema informático das empresas do Grupo de toda a Região Norte, essa máquina trabalhando normalmente já fazia um ruído incomodativo, como eu me queixava desse ruído, resolveram pôr a máquina a fazer um ruído insuportável, a porta da máquina trepidava por causa do mesmo. Estive assim durante uma semana, nesses dias quando a noite ia dormir, parecia-me ouvir esse ruído, só colocaram a máquina com o ruído normal, quando um dos meus filhos foi lá para ver a minha situação.
Resisti a todo o desgaste que os corruptos me aplicaram, mas em Dezembro de 2008 fui despedida, porque a lei de trabalho em vigor favorecia os corruptos que só estavam interessados em trabalhadores do sistema.
Portugal jamais poderá prosperar enquanto as empresas agirem como aquela aonde trabalhei, pois preferem ter trabalhadores medíocres, mas que cooperem com a corrupção. Os bons trabalhadores, mas honestos que podem ajudar as empresas e o País a prosperar são tramados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Neste pobre país é PROIBIDO ser bom trabalhador, mas honesto, isto desde o escriturário ao administrador.<br />
Trabalhei como 1ª escriturária durante 35 anos numa empresa do ramo automóvel, pertencente a um Grupo Económico deste País. Neste espaço de tempo exerci algumas funções aonde fui muito bem sucedida, mas por inveja dos meus chefes e porque a empresa não lhes interessava trabalhadores que não lhes mereciam confiança para exercerem manobras contabilísticas / corrupção, nunca me deram a oportunidade de subir na carreira.<br />
Nos últimos dez anos que trabalhei na empresa procuraram todos os meios possíveis para me desgastarem, para que eu tomasse a decisão de sair da empresa, pois fui: MARGINALIZADA, realizavam-se reuniões com os trabalhadores dos sectores a que eu pertencia e eu era proibida de participar<br />
EXCLUIDA, todos os trabalhadores tinham formação de informática e eu não, eram colegas que me explicavam depois o mínimo necessário para eu trabalhar. Era a única trabalhadora que não tinha impressora, pois tinha de me deslocar a gabinetes de colegas, para retirar os documentos que punha a sair nas impressoras delas.<br />
HUMILHADA, enquanto os restantes trabalhadores tinham um gabinete digno, o meu mais parecia uma entulhada de papeladas, com caixotes cheios de papéis acima da superfície e pastas de arquivo no chão.<br />
TORTURADA, trabalhava num gabinete aonde estava uma máquina de grandes dimensões que era alimentadora de todo o sistema informático das empresas do Grupo de toda a Região Norte, essa máquina trabalhando normalmente já fazia um ruído incomodativo, como eu me queixava desse ruído, resolveram pôr a máquina a fazer um ruído insuportável, a porta da máquina trepidava por causa do mesmo. Estive assim durante uma semana, nesses dias quando a noite ia dormir, parecia-me ouvir esse ruído, só colocaram a máquina com o ruído normal, quando um dos meus filhos foi lá para ver a minha situação.<br />
Resisti a todo o desgaste que os corruptos me aplicaram, mas em Dezembro de 2008 fui despedida, porque a lei de trabalho em vigor favorecia os corruptos que só estavam interessados em trabalhadores do sistema.<br />
Portugal jamais poderá prosperar enquanto as empresas agirem como aquela aonde trabalhei, pois preferem ter trabalhadores medíocres, mas que cooperem com a corrupção. Os bons trabalhadores, mas honestos que podem ajudar as empresas e o País a prosperar são tramados.</p>
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	<item>
		<title>By: Antonio C.</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-108447</link>
		<dc:creator>Antonio C.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 10:56:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/#comment-108447</guid>
		<description>Acrescentaria apenas: primeiro diziam que era um pessimista primário .
Agora todos dizem que o País caminha para o abismo . Que o o portugueses passaram em 6 anos a dever ao estrangeiro de 60% para 100% do que produzem ; que dentro de dois anos caminhamos para 120% e dentro de 30 anos para 400% ! Que duplicamos o Desemprego ...Ou seja a FALÊNCIA do País .
Ele , Medina , disse uma coisa tão simples como isto : Os Portugueses adoptaram o &quot;Magalhães&quot; (de Português nada tem ; 98% é importado ) , o &quot;Simplex&quot; &quot; , As Novas Tecnologias &quot; as viagens ao estrangeiro , consomem fruta e roupa importada e para isso continuam a endividar-se ; MAS ABANDONARAM A AGRICULTURA A PESCA E AS FLORESTAS - e o Estado ajudou...A propaganda , o clientelismo , a aldrabice e a vigarice é premiada nas urnas e com isto , é justo dizermos , ele mete no mesmo saco os partidos do Poder !
E o  Homem tem 79 anos ! Então querem que ele dê provas , vá para o governo provar o que vale ? Não há lugar à crítica ? Não é revoltante as Reformas milionárias dos Políticos e afins , as Fortunas feitas em 2/3 anos ; as regalias dos Deputados ; os tachos nas Empresas Público /Privadas com salários superiores aos do PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS  ( o destino quando saem do governo... ) ? O Homem está cheio de razão !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acrescentaria apenas: primeiro diziam que era um pessimista primário .<br />
Agora todos dizem que o País caminha para o abismo . Que o o portugueses passaram em 6 anos a dever ao estrangeiro de 60% para 100% do que produzem ; que dentro de dois anos caminhamos para 120% e dentro de 30 anos para 400% ! Que duplicamos o Desemprego &#8230;Ou seja a FALÊNCIA do País .<br />
Ele , Medina , disse uma coisa tão simples como isto : Os Portugueses adoptaram o &#8220;Magalhães&#8221; (de Português nada tem ; 98% é importado ) , o &#8220;Simplex&#8221; &#8221; , As Novas Tecnologias &#8221; as viagens ao estrangeiro , consomem fruta e roupa importada e para isso continuam a endividar-se ; MAS ABANDONARAM A AGRICULTURA A PESCA E AS FLORESTAS &#8211; e o Estado ajudou&#8230;A propaganda , o clientelismo , a aldrabice e a vigarice é premiada nas urnas e com isto , é justo dizermos , ele mete no mesmo saco os partidos do Poder !<br />
E o  Homem tem 79 anos ! Então querem que ele dê provas , vá para o governo provar o que vale ? Não há lugar à crítica ? Não é revoltante as Reformas milionárias dos Políticos e afins , as Fortunas feitas em 2/3 anos ; as regalias dos Deputados ; os tachos nas Empresas Público /Privadas com salários superiores aos do PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS  ( o destino quando saem do governo&#8230; ) ? O Homem está cheio de razão !</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Antonio C.</title>
		<link>http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/comment-page-1/#comment-108445</link>
		<dc:creator>Antonio C.</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2010 09:53:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.tawaret.com/index.php/tawaret/2009/medina-carreira/#comment-108445</guid>
		<description>Medina Carreira tem denunciado com coragem o que vai minando gravemente o nosso País. Na função de comentador não tem que apontar medidas concretas de governo como alguns acusam . Já apontou -e bem- as áreas abandalhadas que são fundamentais e transcendentais : Justiça, Saúde , Ensino , Corrupção , Tráfico de Influências ,Fiscalidade excessiva e socialmente injusta , Parlamento incompetente e superlotado que produz leis mal feitas , etc,etc,etc e como tal a desgraça  a que os nossos netos estarão sujeitos .Preconizou alteração para regime presidencialista , já escreveu no mínimo uma dúzia de livros onde  , aí sim - no concreto preconiza medidas (nomeadamente no domínio fiscal e do Património).
Ele nunca o invocou mas tem 3 cursos superiores ( alem de Jurista é Engenheiro (!!!) e é licenciado em Ciências Pedagógicas - e nenhum deles aldrabado e ainda frequentou o curso de Ciências Económicas e Financeiras !) e foi Ministro das Finanças numa situação muito difícil para o País ! SABIAM ? Quantos em Portugal podem apresentar este curriculum ? E não está vinculado a nenhum Partido Político !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Medina Carreira tem denunciado com coragem o que vai minando gravemente o nosso País. Na função de comentador não tem que apontar medidas concretas de governo como alguns acusam . Já apontou -e bem- as áreas abandalhadas que são fundamentais e transcendentais : Justiça, Saúde , Ensino , Corrupção , Tráfico de Influências ,Fiscalidade excessiva e socialmente injusta , Parlamento incompetente e superlotado que produz leis mal feitas , etc,etc,etc e como tal a desgraça  a que os nossos netos estarão sujeitos .Preconizou alteração para regime presidencialista , já escreveu no mínimo uma dúzia de livros onde  , aí sim &#8211; no concreto preconiza medidas (nomeadamente no domínio fiscal e do Património).<br />
Ele nunca o invocou mas tem 3 cursos superiores ( alem de Jurista é Engenheiro (!!!) e é licenciado em Ciências Pedagógicas &#8211; e nenhum deles aldrabado e ainda frequentou o curso de Ciências Económicas e Financeiras !) e foi Ministro das Finanças numa situação muito difícil para o País ! SABIAM ? Quantos em Portugal podem apresentar este curriculum ? E não está vinculado a nenhum Partido Político !</p>
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